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Encante-se com o Espírito Santo

Espírito Santo, uma mistura de formas, cores e sabores.
De suas numerosas praias, belos rios, manguezais, diferentes cidades, matas preservadas e montanhas tão próximas ao litoral, vêm a diversidades dos ingredientes.
Da cultura de índios, negros, portugueses, espanhóis, libaneses, italianos, alemães e tantos outros, recebemos a variedade de temperos que dá origem a um povo alegre, receptivo, cheio de história e tradições.
E, na mistura de todos esses elementos, criou-se uma receita com formas, cores e sabores, que conquistam e marcam para sempre aqueles que provam as delicias do Estado.
Da moqueca à polenta, do congo ao forró, do mar à montanha, do campo à cidade. Tudo em um só lugar, esperando por você.
Venha para o Espírito Santo e descubra o gostinho que só essa terra pode oferecer.


Vitória

A história da cidade de Vitória, está intimamente ligada à colonização do Brasil.
A bela capital do Espírito Santo, com os seus 456 anos, tem muito que mostrar, é a terceira mais antiga do país, fundada em 8 de setembro de 1551.

Vitória é mar, lazer, porto, natureza, ilha. É o centro e o símbolo da história, cultura e economia do Estado.

A cidade tem o mar como companheiro, são 105 km² de praias, parques e um rico patrimônio histórico cultural. A parte histórica se concentra no centro da cidade, onde se podem apreciar belas construções do período colonial, como o Palácio Anchieta, construído no século XVI pelos jesuítas; a Catedral Metropolitana, com os seus belíssimos vitrais e o Teatro Carlos Gomes, Museus, Igreja do Rosário e Convento de São Francisco construído no século XVI pelos Franciscanos, guardam a memória capixaba e merecem uma visita.

As praias da Curva da Jurema, Ilha do Boi e Ilha do Frade têm águas calmas, cortadas por rochedos. Já a de Camburi, única praia da porção continental de Vitória, com um calçadão com cerca de 6 km, e ideal para o cooper da  manhã ou passeio à tarde.

Com 91 m² de área verde por habitante, Vitória tem 12 parques e reservas ecológicas com trilhas e espaços para as atividades físicas e culturais.
 
A capital capixaba ainda oferece uma noite de muito charme e opções. No circuito de bares e restaurantes da Praia do Canto, Jardim da Penha, Orla de Camburi e Ilha das Caieiras, o visitante pode apreciar pratos sofisticados da culinária internacional até pequenas guloseimas. Lugares aconchegantes onde se pode aproveitar a noite, seja para petiscar, seja para atravessar a madrugada numa pista de dança.

Assim é Vitória, a doce Ilha do Mel.

Rota do sol e da Moqueca.

Destino indutor do turismo nacional, Vitória se destaca por belas praias, esportes náuticos, passeios pelos manguezais e culinária diversificada.
Serra preserva as bandas de congo e a Festa de São Benedito.

Jacaraípe é o balneário mais freqüentado, além de Manguinhos com os seus tradicionais restaurantes de frutos do mar. Próximo ao Monte Mestre Álvaro, há roteiros de agroturismo e em Nova Almeida, a igreja dos Reis Magos.

Vila Velha, com 32 km de praias, conta com o extenso calçadão e boa infraestrutura de restaurantes e hotéis. Sedia o Museu Ferroviário e a Chocolates Garoto. Na Barra do Jucu reinam os bodyboarders e as bandas de congo. O Convento da Penha faz da cidade a capital do turismo religioso.

Guarapari mantém seu charme, com suas praias urbanas e a areia monazítica, com propriedades medicinais das areias monazíticas. A Ilha Escalvada é propícia ao mergulho esportivo.

Anchieta tem 23 praias de águas limpas e cristalinas. Milhares de andarilhos participam do evento “Os Passos de Anchieta”.


Rota do Mar e das Montanhas

Em 40 minutos, o clima quente do litoral é substituído pelo frescor das montanhas. Terceira capital mais antiga do País, paraíso da moqueca capixaba, dos parques, de belas praias e dos esportes náuticos, Vitória é o ponto de partida dessa Rota de 100km rumo às montanhas capixabas.

Em Viana, começa a subida da serra, com ambiente propício para treecking, vôo livre, trilhas e motocross. Pela BR 262, chega-se a Domingos Martins, com as marcas da colonização alemã e italiana na arquitetura e culinária. No distrito de Aracê, no Parque do China, está o primeiro teleférico do Estado.

Marechal Floriano é a terra das flores e das tradições européias. A cultura italiana e alemã está por toda parte.

Em Venda Nova do Imigrante, o destaque é o bem estruturado agroturismo. A Festa da Polenta, realizada anualmente em outubro, é a expressão máxima da cultura italiana.


Rota do Verde e das Águas.

Dos manguezais e do badalado Triângulo das Bermudas, em Vitória, ao bucolismo da Vila de Itaúnas, o turista tem diversificadas opções nessa Rota.

A caminho do litoral Norte, o primeiro destino é Aracruz, passando por Santa Cruz, testemunha da chegada dos imigrantes italianos, e pelo estuário do rio Piraquê-Açu.

Linhares tem a riqueza de praias e 64 lagoas, a maior a Juparanã, ideal para esportes aquáticos. A Reserva Natural da Vale do Rio Doce preserva mais de 21 mil hectares de Mata Atlântica.

Em São Mateus, a história de cinco séculos é preservada no Sítio Histórico do Porto, na cidade baixa, e no Museu Municipal. Guriri é a praia mais badalada.

Chegamos a Conceição da Barra, “cidade que nasceu de um beijo” do rio com o mar. A Vila de Itaúnas é um pedaço do Nordeste. Guarde energia para as noites quentes de forró.

Rota dos Vales e do Café.

Nessa Rota, há muita história para ser contada, principalmente da forte influência da cultura do café no Sul capixaba. Em Vargem Alta, a estrutura hoteleira tem até campo de golfe e a paisagem reserva várias surpresas.

Cachoeiro de Itapemirim é a capital do mármore e do granito. Os filhos ilustres são lembrados com a Casa dos Bragas, onde nasceram Newton e Rubem Braga, e a Casa da Cultura Roberto Carlos.

Muqui é o maior sítio histórico do Estado, com 200 imóveis tombados. A estrada de ferro, cortando a cidade, traz ainda mais charme à sua paisagem bucólica. O encontro de Folia de Reis é uma tradição mantida.

Mimoso do Sul tem relevo diversificado e fazendas centenárias. São Pedro de Alcântara do Itabapoana parece parada no tempo e sedia o Festival de Inverno da Sanfona e da Viola.

Marataízes completa a Rota, com o porto da Barra, por onde desembarcaram imigrantes no Século XIX.

Rota da Costa e da Imigração.

As marcas do trajeto dos imigrantes, da costa ao interior, estão por toda parte. Começa em Anchieta, fundada em 1565, passa por Alfredo Chaves, paraíso do vôo livre, e por Iconha,  a capital capixaba da produção de banana.

De volta ao litoral, Piúma tem praias rasas e de águas semi-mornas, carnaval muito animado e um rico artesanato de conchas exportado para vários países.

Itapemirim é berço da chegada de imigrantes ao Sul capixaba. Sua economia é baseada na pecuária, cana-de-açúcar e pesca, principalmente do Atum e Dourado. A Pedra do Frade e a Freira é usada para esportes radicais, como o rapel.

Marataízes tem 25km de praias, com restaurantes de frutos do mar. A lagoa do Siri é ideal  para quem ainda tem filhos pequenos.
Em Presidente Kennedy, a Praia das Neves é um recanto bucólico e o jongo, herança deixada pelos escravos, atrai turistas e historiadores. 

Caminho do Imigrante.

Revivendo os passos dos imigrantes, o Roteiro das Santas – Santa Leopoldina, Santa Maria de Jetibá e Santa Teresa – pode ser feito em um dia.

Cariacica é o ponto de partida, com agroturismo, artesanato de fibra de bananeira, a Reserva de Duas Bocas e o Monte Mochuara.
Em Santa Leopoldina, o Museu do Colono preserva a tradição, bem como o casario, marco histórico dos tempos de colonização.

A represa de Rio Bonito enfeita a viagem para Santa Maria de Jetibá, a cidade mais pomerana do Espírito Santo. Belas cachoeiras enriquecem o roteiro.

Santa Teresa é a terra dos colibris, da tradição italiana, do Museu Melo Leitão e da Reserva de Santa Lúcia, criados pelo cientista Augusto Ruschi.

Em São Roque do Canaã, com sua rica produção de cachaças e licores, o Vale do Canaã, que inspirou Graça Aranha. Cidades irmãs, Itarana e Itaguaçu guardam a tradição da chegada dos imigrantes.

Rota do Caparaó.

O Pico da Bandeira é atração dessa Rota, que começa em Jerônimo Monteiro. A Cachoeira da Fumaça é um dos destaques de Alegre, enquanto Guaçuí possui clima ameno, as águas límpidas e as fazendas centenárias da época áurea do café.

Em São José do Calçado, destaque para o maior jardim público do Estado. Dores do Rio Preto tem o portal capixaba para o Parque Nacional do Caparaó e junto com Divino de São Lourenço e Ibitirama, onde fica o Pico da Bandeira, desenvolvem o Programa Cama & Café.

Irupi tem ricas flora e fauna e a Pedra da Tia Velha é ideal para esportes radicais. Iúna já atraiu muitos aventureiros em busca de ouro em seus rios. Muniz Freire tem o Vale do Guarani. Ibatiba era rota de tropeiros e a história desses homens corajosos está em todos os lugares. Destaque para a culinária feita no fogão a lenha.


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