Rota do Mar e das Montanhas
Em 40 minutos, o clima quente do litoral é substituído pelo frescor das montanhas. Terceira capital mais antiga do País, paraíso da moqueca capixaba, dos parques, de belas praias e dos esportes náuticos, Vitória é o ponto de partida dessa Rota de 100km rumo às montanhas capixabas.
Em Viana, começa a subida da serra, com ambiente propício para treecking, vôo livre, trilhas e motocross. Pela BR 262, chega-se a Domingos Martins, com as marcas da colonização alemã e italiana na arquitetura e culinária. No distrito de Aracê, no Parque do China, está o primeiro teleférico do Estado.
Marechal Floriano é a terra das flores e das tradições européias. A cultura italiana e alemã está por toda parte.
Em Venda Nova do Imigrante, o destaque é o bem estruturado agroturismo. A Festa da Polenta, realizada anualmente em outubro, é a expressão máxima da cultura italiana.

Rota do Verde e das Águas.
Dos manguezais e do badalado Triângulo das Bermudas, em Vitória, ao bucolismo da Vila de Itaúnas, o turista tem diversificadas opções nessa Rota.
A caminho do litoral Norte, o primeiro destino é Aracruz, passando por Santa Cruz, testemunha da chegada dos imigrantes italianos, e pelo estuário do rio Piraquê-Açu.
Linhares tem a riqueza de praias e 64 lagoas, a maior a Juparanã, ideal para esportes aquáticos. A Reserva Natural da Vale do Rio Doce preserva mais de 21 mil hectares de Mata Atlântica.
Em São Mateus, a história de cinco séculos é preservada no Sítio Histórico do Porto, na cidade baixa, e no Museu Municipal. Guriri é a praia mais badalada.
Chegamos a Conceição da Barra, “cidade que nasceu de um beijo” do rio com o mar. A Vila de Itaúnas é um pedaço do Nordeste. Guarde energia para as noites quentes de forró.
Rota dos Vales e do Café.
Nessa Rota, há muita história para ser contada, principalmente da forte influência da cultura do café no Sul capixaba. Em Vargem Alta, a estrutura hoteleira tem até campo de golfe e a paisagem reserva várias surpresas.
Cachoeiro de Itapemirim é a capital do mármore e do granito. Os filhos ilustres são lembrados com a Casa dos Bragas, onde nasceram Newton e Rubem Braga, e a Casa da Cultura Roberto Carlos.
Muqui é o maior sítio histórico do Estado, com 200 imóveis tombados. A estrada de ferro, cortando a cidade, traz ainda mais charme à sua paisagem bucólica. O encontro de Folia de Reis é uma tradição mantida.
Mimoso do Sul tem relevo diversificado e fazendas centenárias. São Pedro de Alcântara do Itabapoana parece parada no tempo e sedia o Festival de Inverno da Sanfona e da Viola.
Marataízes completa a Rota, com o porto da Barra, por onde desembarcaram imigrantes no Século XIX.

Rota da Costa e da Imigração.
As marcas do trajeto dos imigrantes, da costa ao interior, estão por toda parte. Começa em Anchieta, fundada em 1565, passa por Alfredo Chaves, paraíso do vôo livre, e por Iconha, a capital capixaba da produção de banana.
De volta ao litoral, Piúma tem praias rasas e de águas semi-mornas, carnaval muito animado e um rico artesanato de conchas exportado para vários países.
Itapemirim é berço da chegada de imigrantes ao Sul capixaba. Sua economia é baseada na pecuária, cana-de-açúcar e pesca, principalmente do Atum e Dourado. A Pedra do Frade e a Freira é usada para esportes radicais, como o rapel.
Marataízes tem 25km de praias, com restaurantes de frutos do mar. A lagoa do Siri é ideal para quem ainda tem filhos pequenos.
Em Presidente Kennedy, a Praia das Neves é um recanto bucólico e o jongo, herança deixada pelos escravos, atrai turistas e historiadores.

Caminho do Imigrante.
Revivendo os passos dos imigrantes, o Roteiro das Santas – Santa Leopoldina, Santa Maria de Jetibá e Santa Teresa – pode ser feito em um dia.
Cariacica é o ponto de partida, com agroturismo, artesanato de fibra de bananeira, a Reserva de Duas Bocas e o Monte Mochuara.
Em Santa Leopoldina, o Museu do Colono preserva a tradição, bem como o casario, marco histórico dos tempos de colonização.
A represa de Rio Bonito enfeita a viagem para Santa Maria de Jetibá, a cidade mais pomerana do Espírito Santo. Belas cachoeiras enriquecem o roteiro.
Santa Teresa é a terra dos colibris, da tradição italiana, do Museu Melo Leitão e da Reserva de Santa Lúcia, criados pelo cientista Augusto Ruschi.
Em São Roque do Canaã, com sua rica produção de cachaças e licores, o Vale do Canaã, que inspirou Graça Aranha. Cidades irmãs, Itarana e Itaguaçu guardam a tradição da chegada dos imigrantes.

Rota do Caparaó.
O Pico da Bandeira é atração dessa Rota, que começa em Jerônimo Monteiro. A Cachoeira da Fumaça é um dos destaques de Alegre, enquanto Guaçuí possui clima ameno, as águas límpidas e as fazendas centenárias da época áurea do café.
Em São José do Calçado, destaque para o maior jardim público do Estado. Dores do Rio Preto tem o portal capixaba para o Parque Nacional do Caparaó e junto com Divino de São Lourenço e Ibitirama, onde fica o Pico da Bandeira, desenvolvem o Programa Cama & Café.
Irupi tem ricas flora e fauna e a Pedra da Tia Velha é ideal para esportes radicais. Iúna já atraiu muitos aventureiros em busca de ouro em seus rios. Muniz Freire tem o Vale do Guarani. Ibatiba era rota de tropeiros e a história desses homens corajosos está em todos os lugares. Destaque para a culinária feita no fogão a lenha.
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